segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Fazer a obra?















Nos meus tempos de evangélico, observava as cobranças pelo tal fazer a obra.

Que Deus desprezava o "crente de banco", pois ninguém havia sido chamado pra esquentar banco de igreja.
Fazia até sentido isso. Fazia... Caso a Igreja fosse um lugar. O que não é!

Sempre se falava em responsabilidade, compromisso e outras palavras do gênero.
Muitas vezes vi pessoas sendo cobradas por seus "dons" escondidos.
Um dia desses para trás, um amigo estava falando de outro amigo que toca violão e canta. Dizendo que ele não queria compromisso com a obra de Deus, porque não estava mais tocando.
Daí eu fiquei pensando... O que isso tem a ver?
Na bíblia, Deus cobra muito mais o amor ao próximo e ajuda aos necessitados.
Nunca li que Deus cobraria de mim, os dias que não fui na confraria tocar violão e cantar musiquinhas dos cantores que cobram absurdos para ministrar em nome de Mamom, ops, em nome de Deus.
Será que eles imaginam que Deus não vai me cobrar amor ao próximo e ajuda aos necessitados porque eu estava bastante ocupado fazendo sua obra na confraria, entretendo o povo com música medíocre?
Sim, eu acho que eles pensam dessa forma.
É muito mais cômodo servir ao Senhor na "igreja" (com i minúsculo), do que amar alguém que não seja voccê mesmo.
Ali dentro todo mundo é perfeito, todos cantam sobre amor, falam palavras bonitas, e até fazem alguma coisa relacionada ao cuidado social só pra dizerem "olha, estamos fazendo". Mas continua sendo o País das Maravilhas, e isso só existe no conto de fadas.
Observe a Marcha pra Jesus, por exemplo. Será que aquela muvuca toda iria se encontrar em peso para ir até as favelas doar brinquedos, roupas, calçados, alimentos? Será que iriam nos hospitais visitarem os doentes? E nos presídios?
Se servir a Deus for tocar em uma igreja evangélica, então Deus enlouqueceu, se perdeu durante a jornada.

Mateus 25
33 E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda.
34 Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;
35 Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me;
36 Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me.
37 Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
38 E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos?
39 E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te?
40 E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.

Fonte: Blog Cabeças de Bagre

2 comentários:

martins111 disse...

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ManuSa disse...

Infelizmente tenho que concordar com o escritor deste poster, infelizmente porque seria melhor se ocorresse de outra forma como foi dito. Cobramos tantos das pessoas e muitas vezes de nós mesmo com um fardo que o Senhor não nos deixou (Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve) que esquecemos do principal mandamento: Amar a Deus e ao nosso próximo...Seria tanto difícil assim? é, me parece que sim.